Macri publica foto do seu cachorro sentado na cadeira presidencial

Balcarce é o nome de um cão vira-lata adotado pela equipe do presidente da argentina, Mauricio Macri, durante a campanha presidencial do ano passado. É a nova celebridade na internet. Uma foto do animal, sentado na poltrona presidencial, foi publicada por Macri em sua conta no Facebook, que soma mais de 3 milhões e meio de seguidores. “Balca esteve na Rosada e se sentou na famosa poltrona presidencial. É o primeiro cachorro da história argentina que chega a esse lugar. Estamos muito orgulhosos dele”, escreveu o presidente argentino. Segundo o novo líder delos hermanos, trata-se do primeiro cachorro a ocupar o “Sillón de Rivadavia”, cadeira reservada ao chefe da Casa Rosada.

O cãozinho vira-latas tem conta no Facebook, até perfil no twitter com mais 13 mil seguidores. Os comentários na conta de Facebook do presidente foram, na maioria, de aprovação. Um fenômeno da mídia no sentido de popularizar ainda mais a figura de Mauricio Macri:

Presidente do Boca Junior, de 1995 a 2007, prefeito de Buenos Aires, por oito anos e deputado federal. (Fonte: Marcelo Mariano, Jornal Diário da Manhã, Goiânia, 20 de fevereiro de 2016).

Para ganhar popularidade adota postura popular:

1-    Viajar em avião civil, como aconteceu em recente viagem para participar do Forum Mundial Econômico, na Suíça;

2-    Diz que só será atendido em hospital público;

3-    Usa com eficiência as redes sociais.

Macri é um não-peronista assumido que pôs fim a era Kirchner. Assumiu com dois grandes desafios para dirigir a nação argentina: Primeiro, controlar a economia que não vai bem. Segundo, que não tem maioria no congresso. Neste caso, o diálogo é fundamental para a aprovação das novas medidas. Nas relações exteriores, Macri sintoniza sua política externa numa inserção internacional bem clara, abandonando o modo kirchneriano que se isola do mundo e prioriza a política interna. Com Macri, a Argentina passou a ter uma relação internacional definida, deixando de lado as características fundamentalistas do kirchnerismo, que foram o isolamento externo e a decisão de priorizar a acumulação de poder político aos aliados internos. Entre os aliados externos incluem países de América do Sul, como exemplo de maior aproximação, a Venezuela.

Jorge Castro, diretor do Instituto de Planejamento Estratégico, avalia que “O conflito permanente com os Estados Unidos, a parceria com a Venezuela, tudo era parte de uma agenda que tinha como eixo central atender às demandas do público interno. As relações com outros países não era considerado importante”, finalizou Jorge Castro. (Fonte: Jornal O Globo).

“Na Argentina, falar sobre esquerda e direita fica em segundo plano. Segundo o cientista político argentino Andrés Malamud”: “O peronismo já foi de direita com Carlos Menem e de esquerda com os Kirchner”. (Fonte: Marcelo Mariano, Jornal Diário da Manhã, Goiânia, 20 de fevereiro de 2016).

Pois é. Balcarce, nome dado em referência à rua da Casa Rosada, sede do governo argentino, é o primeiro cachorro da história argentina que assume a cadeira presidencial.  Essa notícia imprime um caráter pessoal a “um quatro patas” (isso é uma fábula ?). Talvez tenha sido por causa dessa alegoria que repercute bem nas redes sociais onde é postada e também nas do presidente argentino que  inclui seus milhões de eleitores:

“Um seguidor pediu que gatos também fossem lembrados. Outro pediu mais hospitais veterinários. Um terceiro lamentou que Belcare não estivesse na função durante o governo Cristina Kirchner”.

(Fonte: Estadão – jornal O Estado de São Paulo).

FONTEEstadão
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