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15 Coisas Que Você Deve desistir Para Ser Feliz

Como encontrar a felicidade? As pessoas se prendem a tantas coisas que lhes causam dores, estresse e sofrimento que o desafio da vida é as deixar irem embora. Mas isso deve ser feito já.  Em vez de permitir que partam, para que vivamos sem estresse e felizes, nós nos agarramos a essas coisas inúteis. Sejamos firmes, a partir de hoje, para desistirmos de fazer coisas que não nos sevem para nada. Com as desistências que sugerimos poderemos conviver com os novos hábitos que nos levem à mudança interior.

Então se prepare. Disposto? Vamos juntos:

Confira a lista das 15 coisas que, se você deixar de fazê-las, sua vida vai ficar mais fácil e mais feliz

  1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Muitos de nós não conseguimos suportar a ideia de estarmos errados. Porém, admitir erros revela um caráter nobre.  A presunção de que estamos sempre certos arrisca perdermos os bons relacionamentos que já conquistamos.  Ou a presunção nos causa um elevado nível de estresse e dor para nós e para as outras pessoas.

Isso não vale a pena. Quando você sentir a necessidade de entrar “imediatamente” em uma briga para saber quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo o seguinte:

“Eu estou tão certo ou posso abrir o meu coração para a possibilidade de que a outra pessoa esteja com a razão? O meu ego é tão inflado que não admito que estou errado? Afinal das contas, o que eu vou ganhar com isso?”. 

  1. Desista da sua necessidade de controlar tudo e a todos

Para ser feliz esteja disposto a desistir da sua necessidade de sempre controlar tudo que acontece a você e o que está a sua volta; situações, pessoas ou acontecimentos.

Aceite, tolere e compreenda melhor a liberdade dos familiares, dos colegas de trabalho ou dos estranhos.  Permita-lhes que sejam como são.

Abrace a todos para sejam exatamente como eles são e você perceberá que isso vai fazer você se sentir bem. Deixe as pessoas seguirem o seu rumo e também deixe ir as coisas que lhe prejudicam.

“Ao se desapegar, tudo se realiza. O mundo é vencido por quem se desapega”. Lao Tzu

  1. Desista de culpar os demais

Isso não é correto a você e nem justo para com os outros. Sobretudo, não transfira seus deveres para outros e comece a assumir as responsabilidades da sua própria vida. Você é o protagonista da sua história; o ator principal do filme da sua vida.

  1. Desista da conversa íntima que o faz admitir a derrota antes do final do jogo

Oh, meu Deus! Quantas pessoas se machucam por causa das suas mentalidades negativas, poluídas e repetitivas?

Não acredite em tudo que sua mente lhe diz – especialmente se o que ela lhe transmite é negativo e autodestrutivo. Ela está enganada a respeito de quem é você.  A mente, em muitas situações, falsifica a verdade dos fatos. Lembre-se: você é melhor do que tudo isso. 

“A mente é um instrumento excepcional se usada corretamente. Usada de maneira errada, no entanto, ela se torna destrutiva”.  Eckhart Tolle

  1. Desista das suas crenças limitantes

Desista das crenças que balizam erradamente o que você pode ou não pode fazer. Também as convicções a respeito do que é possível ou impossível. Estude casa situação com a singeleza das boas experiências do passado. A partir de agora você não mais irá permitir que suas crenças limitantes mantenham-no preso no lugar errado.

Abra suas asas e voe!

“Uma crença não é uma ideia presa na mente, ela é uma ideia que prende a sua mente”. Elly Roselle

  1. Desista de reclamar

Desista da sua necessidade de reclamar sobre todas as coisas, pessoas e situações que lhe faz infeliz, triste e deprimido.

Ninguém pode ser capaz de fazer você infeliz. Nenhuma situação fará você triste e apático, a não ser que você permita que isso aconteça.

Não é a situação que desencadeia esses sentimentos em você, mas a forma que você olha para ela. Veja você no espelho:  feliz e disposto. Dê um sorriso e agradeça.

Nunca subestime o poder do pensamento positivo. Não reclame nunca!

  1. Desista de criticar tudo o que vê ou percebe

Abandone essa necessidade de criticar coisas, fatos ou pessoas que são diferentes de você.

Cada um de nós se mostra diferente do outro. Cada um de nós é uma fôrma única que o Criador usou para nos fazer indivíduo.  Mas mesmo assim somos, em essência humana, todos iguais. Todos querem ser felizes. Todos querem amar e serem amados.  E, todos nós, desejamos ser compreendidos.

Todos nós sonhamos ou desejamos alguma coisa que seja importante para a nossa vida. Entretanto, os outros também pensam, sonham e lutam. Se ninguém e coisa alguma são perfeitos, lembremos que nós também não o somos. Por isso,  o hábito de criticar esgota a energia interior que vamos precisar para ver ou perceber o mundo com o novo olhar de mudança interior.

  1. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de pensar em ser alguma coisa ou alguma pessoa que você não é, apenas para fazer os outros gostarem de você. Não funciona assim. Quando você tira a máscara da conveniência, que abraça o seu “eu verdadeiro”, se assume como importante do que jeito você é, descobrirá pessoas que serão naturalmente atraídas pelo seu jeito especial, sem nenhum esforço adicional.

  1. Desista da sua resistência às mudanças

Mudar é bom.

Mudar lhe ajudará a crescer. Mudar irá ajudar você a fazer melhorias em sua vida e também na vida das pessoas ao seu redor. Busque a sua felicidade, abrace forte o que pode ser mudado, desiste de mudar o que é impossível. Mas não resista em mudar o que fará você feliz e realizado.

“Siga o seu destino e o universo irá abrir portas para você onde antes só havia paredes”.  Joseph Campbell

  1. Desista de rotular coisas e pessoas

Pare de rotular o que você não compreende, acha estranho ou que você enxerga como diferente. Tente abrir sua mente aos poucos até compreender a diversidade que prevalece no mundo. É essa dessemelhança que torna o mundo mais interessante. Já imaginou se existisse apenas uma cor, um único modo de pensar, uma música com apenas uma nota?  Pois é, o mundo seria sem cor, sem a pluralidade de pensamento e sem a harmonia musical que conhecemos. Por essa causa os rótulos limitam a mente das pessoas. As mentes só funcionam para o bem quando estão abertas aos conceitos do Universo.

“A mais elevada forma de ignorância é quando você rejeita algo sobre o qual você não sabe nada”.   Wayne Dyer

  1. Desista dos seus medos

Medo é apenas uma ilusão. Ele não existe – você o criou com seus fantasmas da sua mente. Corrija o seu interior e tudo no seu exterior irá se encaixar.

A única coisa que nós temos que temer é o próprio medo”.  Franklin D. Roosevelt

  1. Desista das suas desculpas

Coloque as “desculpas esfarrapadas” em um pacote e diga a elas que estão demitidas.

Você não mais precisa delas. Muitas vezes criamos barreiras para nós mesmos por causa das desculpas que nós usamos para tentar nos justificar.

Em vez de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e as nossas vidas, nós nos tornamos cativos da “desculpite aguda”, uma doença que nos leva a inventar qualquer desculpa, enganando e mentindo para nós mesmos.  Na maioria das vezes em que isso acontece, a desculpa é um mero pretexto inventado por nós mesmos.

  1. Desista do seu passado 

É difícil convier com o passado que parece melhor do que o presente e o futuro se apresenta como algo assustador.  Mas você deve levar em consideração o fato de que o momento presente é tudo que você tem agora.

O passado que você agora está buscando reviver  – o passado com o qual você ainda sonha –  fora ignorado por você quando ele era presente.

Então este é o momento em que deve parar de se iludir e ver um presente em tudo o que você faz. Aproveite a vida.

Afinal,  a vida é uma jornada, não um destino. Tenha uma visão clara do futuro. Prepare a si mesmo, mas sempre esteja presente no seu agora. O presente é todo seu.  

  1. Desista do apego

Este é um conceito que, para a maioria, é muito difícil de compreender.  Eu tenho que dizer a você que isso era complicado pra mim também.

E ainda é. Mas o desapego não é algo impossível de conseguir.

Você se torna melhor e também melhora o que faz com o tempo, a prática e a persistência. No momento em que você desliga a si mesmo de todas as coisas negativas, você se enche de paz, tolerância e serenidade.

Porque amor e apego não são sentimentos que convivem bem. Apego vem no lugar do medo, enquanto o amor real é puro, gentil e sem ego. Onde há amor não pode haver medo. Nessa certeza, apego e amor não podem coexistir em harmonia; são sentimentos distintos. Desistindo do apegoinútil você será capaz de chegar a um lugar onde reside a compreensão, o equilíbrio e a serenidade, além das palavras.

  1. Desista de viver a sua vida pela expectativa dos outros

Muitas pessoas vivem uma vida que não é a delas.

Elas vivem de acordo com o que os demais pensam que é melhor para elas, de acordo com o que seus pais pensam que é melhor, de acordo com o que pensam seus amigos e, até, de acordo com o que pensam seus inimigos.  Além disso, professores, governo e até a mídia traçam expectativas para você.  E você vive-as como se fossem suas. Ninguém tem a caneta para roteirizar, produzir e dirigir a sua vida. Se der a alguém este privilégio, tire-o com afeto, mas fale por você mesmo.

É comum que as pessoas ignorem a sua voz interior.  Quantas vezes deixamos de ouvir aquele chamado interno que é peculiar a cada um de nós?   Estamos tão ocupados em agradar a todos, tão preocupadas em atender o que outros pensam que parece natural perdermos o controle de nossas próprias vidas. E nos esquecemos do que, de fato, nos torna feliz. Ao ponto de nos esquecermos do que desejamos e, eventualmente, e por isso mesmo, nos esquecemos de nós mesmos. Todos nós temos uma vida para cuidar. E zelar dela  é o nosso dever supremo.

Você tem uma vida. Está aqui, agora! Você precisa vivê-la. Tome posse dela por inteiro. Mas não deixe que a opinião de outras pessoas desvie você do seu verdadeiro caminho.

Originalmente publicado em Uplipt We Are One – Livre tradução e adaptação de Doracino Naves especialmente para o Portal Raízes

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Doracino Naves
Jornalista, diretor e apresentador do Programa Raízes Jornalismo Cultural.




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