“A primavera é o jeito que a natureza tem de dizer: Vamos festejar!” – Robin Williams

Robin McLaurin Williams foi um ator e comediante americano. Após conquistar fama interpretando o alienígena Mork na série de televisão Mork & Mindy. Foi genial da comédia ao drama. E assim conseguiu que todo o mundo risse e também chorasse. Atuou em diversos tipos de filme, como “Bom dia, Vietnã”; “Gênio Indomável”; “Uma noite no museu”; “Sociedade dos poetas mortos”; “O homem bicentenário” e até mesmo “Aladdin”, como o Gênio da lâmpada. Para relembramos nosso querido Robin Williams, selecionamos trechos de suas falas durante algumas entrevistas. Seria muito egoísmo desejar que fosse um crime, pessoas como Williams morrer?

“O que conta pra mim é o prazer do trabalho. O tamanho do personagem é irrelevante”. Robin Williams

“Ajo como uma criança que não quer ficar entediada. Não faço planos, porque isso é coisa de oficial alemão. As pessoas pensam que tento alternar comédias com dramas, mas não é verdade”. Robin Williams

“O que me irrita na ideia da reencarnação é que quase todo mundo acha que foi alguém especial em outra vida, como Cleópatra. Nunca foi um sujeito chamado John, que era desempregado e um dia morreu”. Robin Williams

“Sei que fiz filmes muito estranhos, minha carreira tem mais altos e baixos que montanha-russa. A razão disso é que vivo ao sabor das oportunidades, que nem sempre são as melhores”. Robin Williams

“Hoje tudo é possível no cinema. É só uma questão de dinheiro, como o diretor James Cameron provou em Titanic. Ao ver um filme, não se consegue mais distinguir o que foi rodado num cenário e o que foi criado por uma máquina”. Robin Williams

“A primavera é o jeito que a natureza tem de dizer: Vamos festejar!”. Robin Williams

“Meu pai, que era um homem inteligente, me chamou um dia e disse: “Olhe, eu não quero pagar uma faculdade de ciências políticas se depois você não for trabalhar nisso”. Aí fui estudar teatro e não parei mais. Fui possuído pela profissão”. Robin Williams

“É claro que tenho o ego inflado. Qual ator de cinema não tem? Mas quando leio um roteiro e percebo que é bom, meu desejo de fazer parte do projeto supera a vaidade pessoal”. Robin Williams

“Larguei as drogas no dia em que soube que minha ex-mulher estava grávida de meu primeiro filho. Queria acompanhar todo o processo de gravidez e parto, sem perder nada. Sabia que ser pai já seria uma transformação louca e problemática sem drogas – imagine com elas”. Robin Williams

“A pessoa se droga porque está evitando encarar alguma coisa. Juro que quem larga as drogas encontra na vida coisas bem mais valiosas”. Robin Williams

“Você não imagina as perturbações que sofro. A toda hora vem um chato me contar a ultima piada que o sogro lhe soprou no almoço de família. As pessoas também dizem as coisas mais esquisitas, frases sarcásticas, maldosas. Provocam pra ver se eu reajo. Creio que, por ser comediante, elas acham que não vou me importar”. Robin Williams

“É muito duro ler um artigo falando mal de você. É como se espetassem uma faca em seu peito. O crítico mais severo do meu trabalho, no entanto, sou eu mesmo. É como se eu tivesse uma voz interior que me censurasse na maioria das vezes: ‘Isto estava muito ruim, meu velho. Quebraste a cara novamente’. De vez em quando, essa mesma voz admite que acertei”. Robin Williams

“O problema é que Deus deu ao homem um cérebro e um pênis. E sangue suficiente para fazer funcionar só um de cada vez”. Robin Williams

“Eu me tratava com um psiquiatra que dizia não haver problema em cheirar cocaína, desde que o consumo fosse controlado. Até o dia que eu descobri que ele cheirava muito mais do que eu. O efeito da droga é extremamente sedutor. O problema é que ela passa a dominar você, a controlar sua vida”.  Robin Williams

“Com tanta gente armada, se eu não for engraçado estarei em sérios apuros”. Robin Williams

“Você sabe qual é a diferença entre um tornado e um divórcio? Nenhuma! Em ambos os casos, alguém está perdendo uma casa”. Robin Williams

“Carpe diem. Aproveitem o dia, meninos. Façam as suas vidas serem extraordinárias”. Robin Williams (A sociedade dos poetas mortos)

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