Alejandro Jodorowsky é um artista chileno conhecido por sua vasta obra como cineasta, escritor, poeta, tarólogo e criador da psicomagia. Sua abordagem artística e espiritual desafia convenções e explora o autoconhecimento, a transcendência e a busca por sentido em um mundo em constante transformação. Influenciado por tradições como o budismo, o hermetismo e o sufismo, Jodorowsky promove uma visão de vida que abraça a impermanência e rejeita a rigidez.
Um exemplo marcante dessa filosofia é sua frase: “Nós não somos. Estamos sendo. Pare de querer ser uma rocha. Aceite que você é um rio.” Essa ideia encapsula a essência de seu pensamento, destacando a importância de aceitar a natureza transitória da existência.
Com essa frase, Jodorowsky nos convida a refletir sobre a impermanência da vida. Ele enfatiza que a existência não é algo fixo ou estático, mas um fluxo constante de experiências, mudanças e transformações. Não há um “eu” definitivo ou imutável, mas sim um “estar” que evolui com o tempo.
Ao reconhecer essa fluidez, somos chamados a abandonar a ilusão de permanência e a abraçar a vida como um processo dinâmico, onde cada momento é único e insubstituível.
Na metáfora da rocha e do rio, Jodorowsky estabelece um contraste poderoso:
Outra interpretação importante dessa ideia é o convite ao desapego de identidades fixas e rótulos que nos limitam. Quando aceitamos que “estamos sendo”, reconhecemos que nossa identidade não precisa ser estática. A vida é um processo de constante evolução, e permitir-se mudar é um ato de liberdade e autocompaixão.
1. Aceitar as Mudanças: Encare as transformações da vida como oportunidades de crescimento, em vez de resistir a elas.
2. Praticar o Desapego: Libere-se de rótulos, metas rígidas ou expectativas irreais. Viva o momento presente com abertura.
3. Cultivar a Adaptabilidade: Seja flexível diante de desafios, buscando soluções criativas e fluindo com as circunstâncias.
4. Valorizar o Processo: Ao invés de focar apenas em resultados, aprecie o aprendizado e a jornada.
A frase de Jodorowsky nos lembra que a vida é impermanente e finita, mas essa não é uma razão para temer. Pelo contrário, é um convite a viver com mais intensidade, amor e gratidão pelo processo. Ao aceitar nossa natureza fluida e transitória, podemos encontrar paz e beleza no simples ato de “estar sendo”.
A chave para uma vida plena está em abraçar o fluxo da existência, celebrando as mudanças e honrando cada momento como parte de um todo maior. Afinal, ser um rio é viver em harmonia com a própria essência da vida: movimento, transformação e renovação constante.
A vida é uma busca constante por felicidade e paz. E, no meio dessa jornada,…
Vivemos na era da informação e das infinitas possibilidades. Nunca antes a humanidade teve tanto…
Educar filhos é, ao mesmo tempo, moldar pelo exemplo, ensinar a conviver com frustrações e…
A medicalização da infância se tornou um dos temas mais inquietantes da contemporaneidade. Em um…
Vivemos em um tempo de convivência rarefeita. As casas continuam habitadas, mas os encontros diminuíram.…
Nesta primeira semana do Big Brother Brasil 26, um episódio ultrapassou a lógica do conflito…