“Hoje, 25 de novembro, é o quarto aniversário da partida da minha mãe. Ela adorava contemplar o fim do dia, fascinada pelas formas do céu e pelo verde da terra. O que fica depois que alguém que amamos se vai? Talvez o céu e o chão que continuamos trilhando, amparados pelas boas memórias e pelo amor. Fica a lembrança carinhosa do olhar que ela lançou sobre tanta gente. Ficam ecos de risos e de abraços. Resta uma imensa vontade de sempre ser digno da esperança que ela implantou em filhos e netos. Ficamos nós, até que, um dia, nosso pôr do sol definitivo se realize. Entre o despontar do dia e o seu fim, permanece a vida. A minha foi iluminada pela dela. A luz sempre sobrevive”.
“Queria aconselhar todos a seguirem suas vidas, amarem, trabalharem etc. Que tenham amigos e que busquem pessoas agradáveis ao seu universo. A vida é curta. Aproveitem. Quando morrermos, tudo terá sido poeira e vento. Restarão Shakespeare, Dante, Clarice e outros. Antes do fim, vivam. Amem!”. Leandro Karnal (Excertos I e II extraídos de sua página no Facebook)
Educar filhos é, ao mesmo tempo, moldar pelo exemplo, ensinar a conviver com frustrações e…
A medicalização da infância se tornou um dos temas mais inquietantes da contemporaneidade. Em um…
Vivemos em um tempo de convivência rarefeita. As casas continuam habitadas, mas os encontros diminuíram.…
Nesta primeira semana do Big Brother Brasil 26, um episódio ultrapassou a lógica do conflito…
Nos últimos meses, uma série de reportagens publicadas na imprensa nacional e internacional tem acendido…
Desde os primeiros dias de vida, antes mesmo da palavra e da memória narrativa, o…