De acordo com o estudo o segundo filho é o mais agitado e pode ser mais rebelde que o primeiro.
Os pesquisadores Sanni Breining, Joseph Doyle, David N. Figlio, Krzysztof Karbownik e Jeffrey Roth, desenvolveram um projeto para avaliar o comportamento do segundo filho com relação ao primeiro.
A pesquisa chamada de Birth Order and Delinquency, acompanhou 2 milhões de crianças americanas e dinamarquesas.
Foram considerados vários fatores, como a ordem de nascimento de cada filho, estilo de vida e estrutura familiar, desempenho escolar, delinquência infantil e até crimes adultos.
Depois de avaliar todos os fatores, os pesquisadores cruzaram e concluíram que de modo geral, os segundos filhos, são mais propensos a apresentarem problemas comportamentais, que podem ser mais corriqueiros como simples birras, até problemas mais sérios como tendência a delinquência.
Quando o segundo filho é homem, a chance de problemas ainda é um pouco maior do que se for mulher.
A pesquisa não encontrou evidências de que o primeiro filho seja mais saudável que o segundo.
Também não evidenciaram que os pais invistam menos na educação do segundo.
Entretanto, o tempo que os pais passam com o primeiro e o segundo muitas vezes difere e isso pode ser um fator que determina a diferença de comportamento.
“Consideramos as diferenças na atenção dos pais como um fator potencial de contribuição para as lacunas na delinquência”, disseram os autores do estudo.
Especialistas afirmam que mesmo com a vida corrida e dinâmica de hoje em dia, é imprescindível que os pais consigam dispor de tempo para a educação e participação na vida dos filhos, pois isso fará toda a diferença no seu desenvolvimento.
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