Milhares de pessoas se reuniram neste domingo (18), em Paris, para homenagear Samuel Paty, o professor de história que foi decapitado em um ataque extremista. Manifestações simultâneas aconteceram também em outras cidades da França.
Muitos dos manifestantes levaram cartazes com frases como “não ao totalitarismo do pensamento” e “sou professor”. Paty foi assassinado depois de mostrar uma caricatura de Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão na sexta-feira (16).
A manifestação foi autorizada pela prefeitura, apesar das medidas mais restritivas que passou a adotar no sábado para frear o avanço da pandemia do novo coronavírus, como a implantação de um toque de recolher depois das 21 horas.
Segundo a polícia francesa, o homem que cometeu o crime era um russo de origem chechena de 18 anos após reagir durante uma ação policial, outros 11 suspeitos de contribuir com o atentado já foram detidos.
Leia a matéria completa em G1
No Brasil, a construção da identidade do homem negro é um processo intrincado, marcado por…
Durante séculos, a infância foi compreendida mais como um território de autoridade adulta do que…
Durante muito tempo acreditou-se que a herança entre pais e filhos se limitava à genética.…
Levantamento mostra preferência por títulos de caça-níqueis e destaca fornecedores que concentraram maior presença entre…
A humanidade, ao longo de sua história, tem assistido e, por vezes, normalizado a violência…
Em um discurso que ressoa com a urgência dos desafios contemporâneos, Michelle Obama, advogada, escritora…