Em“Quando vier a primavera” o eu poético de Alberto Caeiro prefere lidar com a objetividade e a certeza. As coisas são – são como são, e tudo está bem: o ciclo da natureza é uma prova da inexorabilidade do mundo real. Compara homem e natureza, aponta a perenidade não afetada pela mortalidade humana. E lança seu olhar sereno para a inevitabilidade dos acontecimentos, cada qual a seu tempo.
Interpretação de “Quando vier a primavera” de Alberto Caeiro com o ator Ivan Lima:
Alberto Caeiro, in “Poemas Inconjuntos”
Heterónimo de Fernando Pessoa
Levantamento mostra preferência por títulos de caça-níqueis e destaca fornecedores que concentraram maior presença entre…
A humanidade, ao longo de sua história, tem assistido e, por vezes, normalizado a violência…
Em um discurso que ressoa com a urgência dos desafios contemporâneos, Michelle Obama, advogada, escritora…
Na infância, aprendemos cedo a conter o choro, a silenciar o incômodo, a não “dar…
Falar de casamento em tempos líquidos exige coragem intelectual e sensibilidade clínica. A obra de…
Quando pensamos em atividades que unem diversão e aprendizado, a Pintura por números surge como uma opção…