Um dos maiores atores da TV brasileira, o artista Tarcísio Meira, que estava internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo desde o dia 6 de agosto, não resistiu à covid-19 e faleceu na manhã desta quinta (12). Tarcísio marcou a história da TV, do cinema, e de milhões de brasileiros, sendo inclusive o protagonista da primeira novela diária do país, “2-5499 Ocupado” (TV Excelsior, 1963).
Casados desde 1962, Tarcísio e Glória foram internados juntos, Glória com sintomas mais leves. A novela mais recente do ator foi Orgulho e Paixão, da Globo, exibida em 2018. Porém, na época, ele foi afastado da produção por causa de uma infecção pulmonar.
Tarcísio fará imensa falta no mundo artístico e deixa saudade no coração dos brasileiros. Sua atuação e sua vida pessoal sempre servirão de exemplo.
Diversos especialistas da saúde afirmam que todas as vacinas reduzem o risco de você ter um caso grave ou morrer pela Covid-19, mas elas não são milagrosas. Pois apesar de reduzir drasticamente as chances do desenvolvimento da doença, a vacina não impede infecções pelo coronavírus e nem o tira de circulação. O objetivo principal das vacinas é evitar casos graves da doença, mas contágio pode ocorrer mesmo depois da segunda dose. Estes casos são singulares e podem ser explicados em contextos pessoais. Como é o caso do casal Glória Menezes e Tarcísio Meira.
Casos de óbito após a imunização completa, são excepcionalmente raros. Dados do Ministério da Saúde, divulgados pela CNN Brasil em maio deste ano, mostram que ocorre uma morte a cada 25 mil pessoas que tomaram as duas doses da vacina, o que representa 0,004%.
Até agora, todas as vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil – CoronaVac, AstraZeneca/Oxford, Pfizer e Johnson – foram capazes de evitar internações e mortes pela doença.
Sim. Mesmo que você se infecte, a chance de desenvolver um caso grave ou até morrer pela Covid-19 diminui após a imunização. As vacinas diminuem, mas não zeram, a chance de casos graves e de morte pela Covid. É por isso que, além de se vacinar, você deve manter as outras medidas de proteção contra a doença.
Cada medida de prevenção que você adota – como se vacinar, usar máscaras, evitar aglomerações e lugares fechados – é uma “camada extra” de proteção. Por isso é necessário combiná-las.
Veja as taxas de eficácia contra casos graves alcançadas durante os testes em cada vacina usada no Brasil até o momento: Johnson: 85% eficaz; Coronavac: entre 83,7% a 100% eficaz; Pfizer: 92% eficaz; AstraZeneca: 100% eficaz.
Não há qualquer justificativa para aplicar uma terceira dose das vacinas contra a covid-19 em indivíduos de qualquer faixa etária. Essa é a avaliação de especialistas ouvidos pela BBC News Brasil e de diversas instituições de pesquisa e de saúde pública nacionais e internacionais.
No Brasil alguns laboratórios já conseguiram aprovar com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a liberação de novos estudos para avaliar essa possibilidade de reforço com os seus produtos (ou versões modificadas deles para fazer frente às novas variantes).
AstraZeneca e Pfizer devem começar em breve testes sobre os efeitos de uma terceira aplicação de suas vacinas (a AZD1222 e a Comirnaty, respectivamente) em voluntários brasileiros que já receberam as duas doses anteriormente.
Em nota publicada em seu site, a Anvisa deixou claro que “todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados” e que “não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou reforço”.
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