Conhecida internacionalmente por sua defesa ao direito das meninas à educação, a ativista Malala Yousafzai acaba de se formar em Filosofia, Política e Economia pela Universidade de Oxford. A conquista foi celebrada, e serve de inspiração para milhares de garotas mundo a fora.
“Difícil expressar minha alegria e gratidão agora que me graduei em filosofia, política e economia em Oxford. Não sei o que vem pela frente”, publicou Malala em suas redes sociais.
Malala nasceu na pequena cidade de Mingora, no Paquistão, no dia 12 de julho de 1997. Aos 15 anos, a jovem foi baleada na cabeça pelo grupo rebelde talibã Tehrik-e-Niswan, que acredita que as mulheres, desde cedo, devem aprender a ser exímias donas de casa. Escola? Faculdade? Estudo? Ah! Nada disso são coisas de menina.
A questão é que Malala sempre pensou de forma diferente. Desde criança, ela se destacava por ser uma excelente e dedicada aluna. O tempo passou e o interesse da jovem pelo conhecimento só aumentou. Malala não reclamava de precisar acordar cedo para chegar ao colégio; ela reclamava se era proibida de ir para a aula.
Apesar das constantes ameaças feitas pelos talibãs que não admitem que garotas frequentem a escola, Malala continuou com os estudos. Foi então que o pior aconteceu. No dia 9 de outubro de 2012, a garota levou um tiro na cabeça assim que deixou o colégio. Mas engana-se quem pensa que isso a parou. É claro que ela sofreu. Ela teve medo. Muito medo! Pelo menos, de início. Depois, ela sentiu que precisava fazer ainda mais por ela e por suas colegas paquistanesas, cujo maior crime é querer estudar.
Aos 17 anos, Malala Yousafzai tornou-se a mais jovem vencedora do prêmio Nobel da Paz, por sua “luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação”.
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