Cultura

Morre, aos 56 anos, a cantora gospel Ludmila Ferber

A pastora e cantora gospel Ludmila Ferber morreu na noite de ontem, aos 56 anos. A informação foi confirmada pela gravadora Sony Music Gospel, de onde ela era contratada. O local da morte não foi informado. De acordo com o site oficial da artista, ela vivia no Rio com as filhas.

“Infelizmente a nossa guerreira pastora Ludmila Ferber nos deixou, mas aqui ficam o seu legado, suas canções, seu exemplo, sua tenacidade, seu propósito, sua luta, sua fé, sua arte, sua poesia e sua história! Nossos sentimentos aos familiares. Que Deus console a todos que de alguma forma conviveram com nossa querida pastora! Agora já pode parar de lutar. Descanse em paz!”, afirma a postagem.

Ela lutava contra um câncer de pulmão desde 2018, quando anunciou o diagnóstico e o começo do tratamento em suas redes sociais.

“’Em tempos de guerra, nunca pare de lutar’. Hoje estou entrando num momento único e surpreendente da minha vida: o tratamento de quimioterapia. Mas ainda que o ritmo de viagens para ministrações diminua durante um tempo, meu ministério não parou. Minha vida não parou. E nem vai parar”, afirmou em um trecho do texto.

Ludmila Ferber chegou a ingressar na faculdade de pedagogia da UFRJ, mas a paixão pela música falou mais alto. Fez carreira no grupo Koinonya, mas despontou no cenário musical como um nome nacionalmente conhecido no mercado gospel como artista solo.

Entre seus maiores sucessos estão “Sonhos de Deus”, “Sopra Espírito”, “Ouço Deus me chamar” e “Nunca pare de lutar”. Durante o tratamento do câncer, Ludmila lançou o primeiro álbum em cinco anos, “Um novo começo”.

Em junho do ano passado, Ludmila afirmou que se apoiava na fé para seguir lutando contra a doença: “Continuo lutando, avançando, sonhando e perseverando…” Assista ao vídeo:

Portal Raízes

As publicações do Portal Raízes são selecionadas com base no conhecimento empírico social e cientifico, e nos traços definidores da cultura e do comportamento psicossocial dos diferentes povos do mundo, especialmente os de língua portuguesa. Nossa missão é, acima de tudo, despertar o interesse e a reflexão sobre a fenomenologia social humana, bem como os seus conflitos interiores e exteriores. A marca Raízes Jornalismo Cultural foi fundada em maio de 2008 pelo jornalista Doracino Naves (17/01/1949 * 27/02/2017) e a romancista Clara Dawn.

Recent Posts

Apostas e virada tática do Bath Rugby

Bath Rugby perdeu um grande jogo para o Northampton Saints em 27 de dezembro de…

2 dias ago

O homem negro não se encaixa no modelo de masculinidade patriarcal do homem branco, mas também ainda não construiu o seu próprio modelo

No Brasil, a construção da identidade do homem negro é um processo intrincado, marcado por…

3 dias ago

Uma criança não pode abrir ou fechar a porta do consentimento. Ela não alcança a maçaneta

Durante séculos, a infância foi compreendida mais como um território de autoridade adulta do que…

5 dias ago

Seu filho herdará os seus hábitos: isso te alivia ou deixa preocupado?

Durante muito tempo acreditou-se que a herança entre pais e filhos se limitava à genética.…

6 dias ago

Pesquisa revela os jogos de cassino mais populares de 2025 em plataforma brasileira

Levantamento mostra preferência por títulos de caça-níqueis e destaca fornecedores que concentraram maior presença entre…

1 semana ago

A forma como se educa a criança hoje revela o projeto adulto que se deseja finalizar

A humanidade, ao longo de sua história, tem assistido e, por vezes, normalizado a violência…

1 semana ago