Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse Que me olha e é tão mais velho do que eu? Porém, seu rosto…é cada vez menos estranho… Meu Deus, Meu Deus…Parece Meu velho pai – que já morreu! Como pude ficarmos assim? Nosso olhar – duro – interroga: “O que fizeste de mim?!” Eu, Pai?! Tu é que me invadiste, Lentamente, ruga a ruga…Que importa? Eu sou, ainda, Aquele mesmo menino teimoso de sempre E os teus planos enfim lá se foram por terra. Mas sei que vi, um dia – a longa, a inútil guerra!- Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste… Mario Quintana
Ganhou força , nos últimos dias ,nas redes e nos noticiários de todo o mundo…
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A infância é o terreno onde a humanidade finca suas raízes mais profundas. É ali,…
Por Bárbara Carvalho Em um cenário político marcado pelo excesso de informação e pela disputa…
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