“Parafraseando Saint Exupéry, ‘Tu te tornas’ eternamente responsável, pelas suas tralhas afetivas, pelo último gole, segundo porre, ralado no joelho, esfolado no coração, um tiquinho de sensatez, todas as despedidas, tamanho do pódio e dimensão da queda, desculpas esfarrapadas e saudade desgastada”. Ita Portugal
Poucas experiências sensoriais são tão imediatas quanto o olfato. Em segundos, um perfume pode nos…
Dizem os mais velhos que os jovens são o futuro. Mas talvez o Chorão estivesse…
No Brasil, ser mulher, negra, periférica e atravessar a vida carregando o peso de expectativas…
Vivemos uma época em que a educação costuma ser medida pelo desempenho escolar, pelas competências…
Durante muito tempo, o imaginário romântico brasileiro foi alimentado por histórias em que duas pessoas…
Maria Mies (1931–2023) foi socióloga, feminista materialista e ativista, uma das vozes mais instigantes do…