“Parafraseando Saint Exupéry, ‘Tu te tornas’ eternamente responsável, pelas suas tralhas afetivas, pelo último gole, segundo porre, ralado no joelho, esfolado no coração, um tiquinho de sensatez, todas as despedidas, tamanho do pódio e dimensão da queda, desculpas esfarrapadas e saudade desgastada”. Ita Portugal
Pare por um instante. Preste atenção na sua respiração agora e nessa calma fingida da…
Eu estou sempre perdendo coisas. Quando eu preciso de caneta, não sei o que me…
A luta pelos direitos das mulheres se cruza, em diferentes momentos, com outras lutas por…
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Certas existências a história registra como extraordinárias, transformando-as em pontos de admiração da humanidade. Outras,…