Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse Que me olha e é tão mais velho do que eu? Porém, seu rosto…é cada vez menos estranho… Meu Deus, Meu Deus…Parece Meu velho pai – que já morreu! Como pude ficarmos assim? Nosso olhar – duro – interroga: “O que fizeste de mim?!” Eu, Pai?! Tu é que me invadiste, Lentamente, ruga a ruga…Que importa? Eu sou, ainda, Aquele mesmo menino teimoso de sempre E os teus planos enfim lá se foram por terra. Mas sei que vi, um dia – a longa, a inútil guerra!- Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste… Mario Quintana
Pare por um instante. Preste atenção na sua respiração agora e nessa calma fingida da…
Eu estou sempre perdendo coisas. Quando eu preciso de caneta, não sei o que me…
A luta pelos direitos das mulheres se cruza, em diferentes momentos, com outras lutas por…
Quando o corpo diz basta: o adoecimento das mulheres e o mito do normal Por…
Quando o assunto é drama de qualidade, poucos gêneros conseguem prender a atenção como aquele…
Certas existências a história registra como extraordinárias, transformando-as em pontos de admiração da humanidade. Outras,…