Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse Que me olha e é tão mais velho do que eu? Porém, seu rosto…é cada vez menos estranho… Meu Deus, Meu Deus…Parece Meu velho pai – que já morreu! Como pude ficarmos assim? Nosso olhar – duro – interroga: “O que fizeste de mim?!” Eu, Pai?! Tu é que me invadiste, Lentamente, ruga a ruga…Que importa? Eu sou, ainda, Aquele mesmo menino teimoso de sempre E os teus planos enfim lá se foram por terra. Mas sei que vi, um dia – a longa, a inútil guerra!- Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste… Mario Quintana
Poucas experiências sensoriais são tão imediatas quanto o olfato. Em segundos, um perfume pode nos…
Dizem os mais velhos que os jovens são o futuro. Mas talvez o Chorão estivesse…
No Brasil, ser mulher, negra, periférica e atravessar a vida carregando o peso de expectativas…
Vivemos uma época em que a educação costuma ser medida pelo desempenho escolar, pelas competências…
Durante muito tempo, o imaginário romântico brasileiro foi alimentado por histórias em que duas pessoas…
Maria Mies (1931–2023) foi socióloga, feminista materialista e ativista, uma das vozes mais instigantes do…