Categories: Sem categoria

Nova pesquisa diz que pessoas baixas são mais irritadas e violentas do que pessoas altas

Toda pessoa baixinha provavelmente já ouviu algum cometário sobre como os baixinhos são mais nervosos, e recentemente um estudo publicado no BMJ Journals provou essa teoria.

No estudo liderado pelo governo da Georgia, pesquisadores do Centro de Controle de Doenças de Atlanta entrevistaram 600 homens com idade entre 18 e 50 anos sobre a percepção do gênero masculino, auto-imagem e comportamento em relação ao consumo de drogas, violência e crime.

Os cientistas descobriram que homens que se sentem menos masculinos correm maior risco de cometer atos violentos ou criminosos.

De acordo com a pesquisa, homens que se consideravam menos masculinos, também conhecidos como “estresse discrepante masculino”, tinham quase três vezes mais chances de ter cometido atos violentos com uma arma ou ataques que levavam a uma lesão.

Há alguns anos, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Oxford também afirmou que a “Síndrome do Homem Baixo” é uma coisa real. Eles relataram que ser uma pessoa baixa pode aumentar os sentimentos de vulnerabilidade e também elevar os níveis de paranoia. Também conhecido como “Complexo de Napoleão”.

Apesar da quantidade de entrevistados ser pequena, os resultados se mostram reais, revelando um padrão específico de homens baixos com tendências violentas. Ainda que o resultado fosse definitivo, não se pode generalizar, muitas pessoas baixas podem ser calmas, tranquilas e não violentas, enquanto muitas pessoas altas serem mais agressivas.

Portal Raízes

As publicações do Portal Raízes são selecionadas com base no conhecimento empírico social e cientifico, e nos traços definidores da cultura e do comportamento psicossocial dos diferentes povos do mundo, especialmente os de língua portuguesa. Nossa missão é, acima de tudo, despertar o interesse e a reflexão sobre a fenomenologia social humana, bem como os seus conflitos interiores e exteriores. A marca Raízes Jornalismo Cultural foi fundada em maio de 2008 pelo jornalista Doracino Naves (17/01/1949 * 27/02/2017) e a romancista Clara Dawn.

Recent Posts

A vida não deixa de merecer cuidado quando a possibilidade de cura termina

Há uma frase que costuma soar como sentença: “não há mais nada a fazer”. Ela…

3 dias ago

Quanto mais abertamente uma cultura abraça a morte, menos ansiedade se associa a ela

“Do ponto de vista antropológico, quanto mais abertamente uma cultura abraça a morte, menos ansiedade…

3 dias ago

Lei de Alienação Parental: “Na prática, a criança é o sujeito menos pensado nos conflitos existentes”

A Lei nº 12.318/2010, conhecida como Lei da Alienação Parental, foi criada com a justificativa…

7 dias ago

O que faremos com nossas diferenças depois das eleições?

A apuração termina, os números são anunciados, uma parcela do país comemora e outra precisa…

1 semana ago

Neurobiologia do autoengano: o cérebro não interpreta a realidade apenas, ele também a constrói

Pare por um instante. Preste atenção na sua respiração agora e nessa calma fingida da…

2 semanas ago

Eu ainda sou aquela criança que brincava na poça d’água como se navegasse num oceano

Eu estou sempre perdendo coisas. Quando eu preciso de caneta, não sei o que me…

3 semanas ago