O amor é complicado, especialmente quando estamos presas a tantas expectativas de “o que deveria ser”. Filmes e livros românticos nos deram a ideia de que o amor é apenas grandes faíscas e borboletas no estômago, quando na vida real é preciso muito trabalho para fazer as coisas funcionarem.
Sim, ao se apaixonar, a primeira fase pode vir com faíscas e borboletas, mas uma vez que você segue em frente, tem que haver mais do que isso.
Todos nós nos apaixonamos à primeira vista e acreditamos que essa pessoa é aquela com quem teremos nosso “felizes para sempre”. Vale a pena sonhar e talvez haja alguns para quem o conto de fadas foi cumprido ao pé da letra, mas o que acontece quando não é? Isso pode ser muito comum antes dos 20 anos, mas quando você chega aos 30, as coisas mudam. Afinal, é uma época complicada, não se escapou de toda aquela pressão social sobre o que é realização, ilesa. No entanto, é quando você se torna mais consciente do que deseja além dessas demandas.
Aos 30 anos, os relacionamentos românticos e de amizade assumem um significado completamente diferente. Não se trata mais de estar com alguém porque “há química”, mas porquê se complementam se ajudam a construir um futuro em que ambos possam ser bons. O medo sempre estará presente, principalmente quando já passamos por muitas decepções. Mas se você temos certeza de uma coisa, é que não vale a pena investir tempo e energia em amores pela metade.
Não importa quanto tempo tenha passado, se você não tem alguém ainda, deve saber uma coisa: você merece o amor mais bonito e isso começa com você mesmo. O amor atrai amor, mas primeiro você deve senti-lo em relação a si mesma. Pare de forçar as coisas, se contentando com alguém que não está disposto a investir o tempo que você investe. Não se apegue ao que não quer ficar. Lembre-se que o amor verdadeiro se constrói a cada dia e acontece quando duas pessoas aprendem a dar as mãos para caminharem juntas lado a lado.
Traduzido de Nueva Mujer por Portal Raízes
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