Flávio Graça, superintendente de Inovação, Pesquisa e Educação em Vigilância Sanitária, Fiscalização e Controle de Zoonoses da prefeitura do Rio de Janeiro, foi ofendido por um casal durante uma fiscalização.
A cena viralizou depois da reportagem no programa Fantástico, que mostrou o casal humilhando o fiscal Flávio Graça. No momento da inspeção, Nívea questiona o fato de Leonardo ter sido chamado de “cidadão”.
“Cidadão não, engenheiro civil, formado, melhor do que você”, disse a mulher.
De acordo com a nota divulgada pela Taesa, empresa privada do setor de energia, onde a mulher trabalhava, o comportamento da funcionária não condiz com as normas da empresa. Por isso, ela foi demita.
Em entrevista ao G1, Nívea Valle Del Maestro e Leonardo Santos Neves de Barros, alegam que foram mal interpretado, mas o único arrependimento que eles têm, foi ter saído de casa.
“Não é arrependimento. Hoje posso reconhecer minha alteração de voz e meu tom foi mal interpretado. Se a gente se arrepende de alguma coisa é de ter saído de casa. Ele [o fiscal] respondia: ‘Cidadão, vai lá na prefeitura para ver o procedimento’. Aquilo dava a entender que ele não tinha obrigação de responder. Então, esse ‘cidadão’ se tornou algo pejorativo, não era um substantivo. Senti aquilo de uma forma agressiva. Naquele momento, eu interferi e disse que era um engenheiro civil formado. Quando disse “melhor do que você”, quis dizer que ele sabe o que fazer aqui e fiscal, não. Ele não dava provas técnicas do que estava fazendo. O que eu não quis naquele momento foi, de forma alguma, humilhar aquela pessoa. Eu nem conheço aquela pessoa. Ali, eu estava nervosa, queria defender meu marido”, contou Nívea.
Segundo ela, a frase ficou fora do contexto e não houve intenção de desacato.
“Minha frase ficou descontextualizada. Sei que tenho tom de voz alta, tenho sangue italiano, e às vezes se torna agressivo no calor da emoção. Mas em momento algum eu desacatei ou quis diminuir o rapaz”, disse Nívea.
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