Psicologia e Comportamento

Esta escola substituiu a detenção por meditação e os resultados são fenomenais

O que você faria se fosse um professor da escola e seus alunos começassem a se comportar mal? Tradicionalmente, os professores das escolas americanas dariam detenção ou suspensão, dependendo da situação.

A maioria das pessoas não disciplinaria um aluno mal comportado, dizendo-lhes para se sentarem e meditarem, mas essa nova estratégia está acontecendo na Escola Elementar Robert W. Coleman, em Baltimore, Maryland.

Desde o início do ano passado, a escola primária não suspendeu um único aluno. Seu novo método de atender às consequências está definitivamente funcionando.

A escola decidiu se concentrar na meditação como uma nova maneira de servir detenção para estudantes que se comportam mal.

Em vez de mandar as crianças para fora da sala de aula, ou ir ao escritório do diretor toda vez que elas se comportarem mal, elas são enviadas para a ‘Sala do Momento Atento’.

A escola também tem visto um bom benefício tangível deste programa.

Philips disse que no Robert W. Coleman, houve exatamente zero suspensões no ano passado e até agora este ano.

Enquanto isso, a vizinha Patterson Park High School, que também usa os programas de mindfulness, disse que as taxas de suspensão caíram e o comparecimento aumentou! Desde este novo método, as crianças estão querendo ir à escola!

Você gostaria de ver esse método sendo aplicado nas escolas do Brasil? deixe um comentário, e não se esqueça de compartilhar.

Via. Higher Perspectives, traduzido e adaptado por Portal Raízes

Portal Raízes

As publicações do Portal Raízes são selecionadas com base no conhecimento empírico social e cientifico, e nos traços definidores da cultura e do comportamento psicossocial dos diferentes povos do mundo, especialmente os de língua portuguesa. Nossa missão é, acima de tudo, despertar o interesse e a reflexão sobre a fenomenologia social humana, bem como os seus conflitos interiores e exteriores. A marca Raízes Jornalismo Cultural foi fundada em maio de 2008 pelo jornalista Doracino Naves (17/01/1949 * 27/02/2017) e a romancista Clara Dawn.

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