Psicologia e Comportamento

Existem 5 tipos de relacionamentos segundo a psicologia

Estamos constantemente tentando compreender a forma como nos relacionamos. Portanto, exploramos as diversas perspectivas de nossos relacionamentos a fim de conectar os pontos que nos levem ao amadurecimento e ao fim de relacionamentos abusivos e tóxicos. O intuito final é ser feliz e amado.

Para que isso ocorra, é importante entender o estado da união. Dar um passo para trás e analisar a situação de forma mais ampla e muitas vezes estar preparados, ou nos prepararmos, para algumas vezes encararmos o que escolhemos fechar os olhos para não ver. Para facilitar um pouco as coisas, hoje, listamos para vocês alguns tipos de relacionamento mais comuns, segundo a psicologia. Confira!

1 – Competitivo / Controlador

Existe uma disputa sobre qual o caminho é melhor, quem ganha as discussões, quem tem a melhor argumentação, quais expectativas e padrões serão seguidos e qual carreira é a mais importante. Os argumentos rapidamente se transformam em lutas de poder, batalhas para ser a pessoa que dá a última palavra.

Com o tempo, esses casais se cansam de lutar e acabam terminando seus relacionamentos. Às vezes, um deles concede ou ambos delimitam os territórios pelos quais eles são responsáveis.

2 – Ativo / Passivo

Um dos parceiros é essencialmente responsável por tudo o que acontece e faz todo o trabalho para que o relacionamento funcione. O outro, bom, este apenas existe. Alguns desses relacionamentos começam como relações competitivas, onde um dos lados concede, e mais frequentemente o desequilíbrio aparece já no início do relacionamento.

Com o tempo, a pessoa ativa começa a ficar ressentida por “carregar” a carga do relacionamento ou por não receber a apreciação suficiente. Eles explodem e tomam alguma atitude. Entretanto, posteriormente, se sentem mal e voltam para o mesmo papel. A pessoa mais ativa na relação pode acabar se cansando e ficar ressentida e ser abandonada.

3 – Agressivo / Acomodado

Neste tipo de relacionamento, a diferença de poder não é baseada no cuidado, mas na força bruta. Um dos parceiros claramente tem o comando da situação em suas mãos, o outro se acomoda, mas não por passividade, e sim por medo. Um dos parceiros pode facilmente explodir e existe pouco conflito. Pode haver com bastante frequência abuso emocional e até mesmo físico.

A longo prazo, esse relacionamento continua como está ou o parceiro acomodado finalmente toma coragem e termina a relação. O parceiro agressivo fará tudo para ter o outro de volta. Caso isso não ocorra, o parceiro abusivo encontrará uma outra pessoa para substitui-lo.

4 – Vidas desconectadas / Paralelas

Há pouca discussão neste tipo de relacionamento, mas também pouca conexão. Eles parecem estar no piloto automático. Ambos possuem suas próprias rotinas. O relacionamento parece não avançar e eles possuem pouco em comum. As pessoas estão mais para companheiros de quarto do que amantes.

As crises de meia idade podem fazer com que um ou ambos sintam como se o tempo estivesse esgotando. O que pode vir a dar início à discussões, tentativas de revitalizar o relacionamento ou simplesmente terminá-lo. Ou pode acontecer ainda do casal se convencer de que eles já têm o suficiente ou de que estão velhos demais para mudar e seguir um novo caminho.

5 – Aceitação / Equilibrado

O casal consegue perfeitamente trabalhar em equipe. Cada um percebe e está ativamente aceitando tanto as qualidades, quanto os defeitos de seu parceiro. Eles se complementam. Eles estão dispostos a crescerem juntos e ajudarem um ao outro a alcançarem seus sonhos. O casal possui a habilidade de revitalizar seu relacionamento quando ele começa a se enfraquecer. E ao invés de empurrar os problemas para debaixo do tapete, eles os solucionam.

Crises, entre outros problemas podem vir a surgir, afinal de contas, quem está livre deles, não é mesmo? No entanto, existem coisas positivas e boas o suficiente para não permitir que o relacionamento afunde.

Texto de Jesus Galvão, via Fatos Curiosos 

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