Na coluna Drauzio Varella, da UOL, o médico diz que, com a flexibilização do comércio é comum pensar que o perigo já passou. Mas ele garante que não é bem assim.
“Vamos entender uma coisa: a flexibilização do comércio se dá por fins econômicos e políticos. Existe uma pressão da sociedade e de empresários para que as lojas sejam abertas e os outros serviços essenciais funcionem o quanto antes”.
Ele observa ainda que apesar dos avanços nos testes e pesquisas, tantos com medicamentos quanto com vacinas para Covid, o vírus não foi embora de uma hora pra outra, então o que nos resta é “diminuir o contato social, evitar aglomerações e só sair de casa quando for muito necessário. Nós não podemos flexibilizar essas ações neste momento, muito menos as medidas de prevenção que vocês conhecem muito bem”.
Em suma, ele reflete: “Por mais que se tenha tornado cada vez mais comum ver um monte de gente nas ruas, nos bares e restaurantes, ainda estamos em perigo. Se você precisar sair, se precisar mesmo, saia sempre de máscara. Mas se puder, continue em casa. Nada de festas, por enquanto, não tá na hora. Vamos usar o bom senso. Eu sei que todo mundo já tá cansado disso, mas é pro bem de todos. Seguimos juntos”.
Há uma frase que costuma soar como sentença: “não há mais nada a fazer”. Ela…
“Do ponto de vista antropológico, quanto mais abertamente uma cultura abraça a morte, menos ansiedade…
A Lei nº 12.318/2010, conhecida como Lei da Alienação Parental, foi criada com a justificativa…
A apuração termina, os números são anunciados, uma parcela do país comemora e outra precisa…
Pare por um instante. Preste atenção na sua respiração agora e nessa calma fingida da…
Eu estou sempre perdendo coisas. Quando eu preciso de caneta, não sei o que me…