Uma equipe de cientistas americanos está explorando uma nova, e incomum, fonte de energia: resíduos de tomates danificados que sobraram das colheitas e não se adequam aos padrões de vendas locais.
A Flórida descarta, por ano, cerca de 400 mil toneladas de uma mistura de tomates danificados, comidos por pragas e de sementes descartadas devido a produção de molhos industriais. Estes rejeitos são transferidos, normalmente, para aterros sanitários, que liberam gás metano e impactam diretamente no efeito estufa e no aquecimento global.
Atentos a este problema, pesquisadores da Escola de Minas e Tecnologia de Dakota do Sul desenvolveram uma célula de combustível, proveniente de micróbios, dedicada à transformação de resquícios em eletricidade.
Como as bactérias possuem uma grande ação oxidante, são capazes de gerar corrente elétrica a partir dos resíduos. Os pigmentos que a fruta contém são grandes mediadores de energia, e ainda são capazes de impedir a emissão de gases do efeito estufa, durante o processo.
Hoje os testes, em pequena escala, conseguem gerar 0,3 watts de eletricidade por 10 miligramas de resíduos de tomate. Segundo os estudos, se as 400 mil toneladas de resíduos de tomates desperdiçadas na Flórida forem aproveitadas, será possível abastecer energeticamente a Disney World por 90 dias
O Brasil está em oitavo lugar dentre os maiores produtores de tomate, com um total de 3,87 toneladas da fruta por ano, 3,1% da produção mundial que é liderada pela China.
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