“Do ponto de vista antropológico, quanto mais abertamente uma cultura abraça a morte, menos ansiedade se associa a ela.”

A frase é dita pela antropóloga forense Temperance Brennan, personagem interpretada por Emily Deschanel na série televisiva Bones, na décima primeira temporada, episódio 3.

Embora pronunciada em uma obra de ficção, a afirmação apresenta uma questão legítima para a antropologia: o modo como uma sociedade compreende, representa, ritualiza e conversa sobre a morte influencia a maneira como seus indivíduos experimentam a própria finitude?

A resposta exige mais do que uma interpretação intuitiva. Exige compreender que a morte é, simultaneamente, um acontecimento biológico universal e uma experiência atravessada por construções culturais, relações sociais, condições materiais e significados subjetivos.

A morte é inevitável. O significado que atribuímos a ela, entretanto, não é universal.

A MORTE NÃO É APENAS UM ACONTECIMENTO BIOLÓGICO

Todas as sociedades humanas precisam elaborar, de alguma maneira, a experiência da morte. Entretanto, não existe uma única maneira de compreender o morrer, realizar funerais, preservar a memória dos mortos ou lidar com o sofrimento de quem permanece.

Os rituais funerários, as práticas de sepultamento, a relação com os antepassados e as narrativas sobre a continuidade da existência variam historicamente e entre diferentes sociedades.

Em The Anthropology of Death Revisited (2019), publicado na revista científica Annual Review of Anthropology, o antropólogo Matthew Engelke revisita esse campo de investigação e demonstra como os estudos antropológicos sobre a morte ultrapassam a dimensão dos rituais funerários, alcançando questões relacionadas à violência, à medicina, ao sofrimento, à materialidade do corpo e às transformações sociais.

Isso significa que a morte não pode ser compreendida isoladamente das condições em que uma pessoa viveu e morreu.

A maneira como uma sociedade trata seus mortos também revela muito sobre a maneira como trata seus vivos.

QUANDO A DESIGUALDADE TAMBÉM PRODUZ MORTE

Uma das contribuições mais contundentes para essa discussão vem da antropóloga norte-americana Nancy Scheper-Hughes.

Em Death Without Weeping: The Violence of Everyday Life in Brazil (1992), resultado de sua pesquisa etnográfica em comunidades pobres do Nordeste brasileiro, a autora investiga as relações entre pobreza, mortalidade infantil, maternidade, sofrimento e violência estrutural.

Seu trabalho é especialmente importante porque desloca a discussão da morte de uma dimensão exclusivamente simbólica para as condições concretas de existência.

Scheper-Hughes examina como a pobreza extrema, a insegurança alimentar, a precariedade dos serviços de saúde e a mortalidade infantil interferem na experiência emocional das mulheres e na maneira como elas enfrentam a possibilidade de perder seus filhos.

É preciso compreender a profundidade dessa contribuição: nem toda manifestação aparentemente reduzida de sofrimento significa ausência de amor, insensibilidade ou menor capacidade de luto.

Em contextos de privação extrema, a própria sobrevivência pode reorganizar as possibilidades de expressão emocional.

A autora nos coloca diante de uma questão social incômoda: como falar sobre a aceitação da morte quando determinadas populações são submetidas a condições que tornam a morte prematura muito mais provável?

Aqui, a discussão ganha uma dimensão política. Não podemos confundir a capacidade de elaborar a finitude com a necessidade de se adaptar à morte produzida pela desigualdade.

Aceitar a inevitabilidade biológica da morte é diferente de naturalizar mortes evitáveis.

A CULTURA NÃO ELIMINA NECESSARIAMENTE O MEDO

A antropóloga Satsuki Kawano (Capa) oferece uma contribuição particularmente relevante para investigar a afirmação de Brennan.

Em suas pesquisas sobre as transformações das práticas funerárias japonesas, a autora analisa como as mudanças nas estruturas familiares, nas tradições de sepultamento e nas relações com os antepassados interferem nas escolhas individuais diante da morte.

Entre os temas investigados está o movimento japonês Grave-Free Promotion Society, que defende alternativas ao sepultamento tradicional das cinzas em túmulos familiares, incluindo sua dispersão na natureza.

Essas transformações revelam que a relação com a morte não é determinada apenas por uma tradição cultural compartilhada. Ela também envolve autonomia individual, mudanças nas responsabilidades familiares e preocupações com o destino dos restos mortais.

Essa perspectiva nos impede de tratar culturas como blocos homogêneos, como se todos os seus integrantes compartilhassem a mesma relação com a finitude.

Uma sociedade pode possuir tradições funerárias profundamente elaboradas e, ainda assim, abrigar indivíduos com medo intenso de morrer.

A familiaridade cultural com a morte não equivale necessariamente à ausência de ansiedade.

A MORTE E O SOFRIMENTO QUE SE INSTALAM NO COTIDIANO

A antropóloga indiana Veena Das oferece outra dimensão fundamental para essa reflexão.

Seus estudos sobre violência, sofrimento, gênero e subjetividade investigam como acontecimentos extremos atravessam a vida cotidiana e como as pessoas continuam vivendo depois de experiências de destruição e perda.

Em seus trabalhos, Das demonstra que o sofrimento não está restrito aos grandes acontecimentos históricos. Ele também se inscreve nas relações familiares, nos gestos cotidianos, nos silêncios e nas formas pelas quais as pessoas tentam reconstruir a existência.

Essa contribuição permite compreender que falar sobre a morte não significa necessariamente elaborá-la.

Existem sofrimentos que encontram expressão nas palavras, outros que se manifestam nos rituais e outros que permanecem incorporados à experiência cotidiana.

A ausência de discurso não significa ausência de sofrimento. Da mesma maneira, a presença de discursos e cerimônias não garante que a experiência subjetiva da perda tenha sido elaborada.

A morte de alguém não encerra apenas uma existência biológica. Ela também modifica as relações, os lugares ocupados pelas pessoas, as histórias compartilhadas e a percepção de continuidade de quem permanece.

A MORTE COMO EXPERIÊNCIA DE CUIDADO E DIGNIDADE

Se as antropólogas nos ajudam a compreender como as sociedades constroem suas relações com a morte, a médica brasileira Ana Claudia Quintana Arantes nos aproxima de outra dimensão dessa experiência: aquela vivida no encontro entre quem está morrendo, quem cuida e quem precisa aprender a se despedir.

Médica formada pela Universidade de São Paulo, com residência em Geriatria e Gerontologia pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, pós-graduação em Psicologia, com ênfase em intervenções em luto, e especialização em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e pela Universidade de Oxford, Ana Claudia é uma das referências brasileiras na discussão sobre finitude e cuidados paliativos.

É também sócia-fundadora da Associação Casa do Cuidar, organização dedicada à prática e ao ensino dos cuidados paliativos.

Em seu livro A morte é um dia que vale a pena viver, publicado pela Editora Sextante, a médica compartilha experiências de sua trajetória profissional no acompanhamento de pessoas em fase final de vida e propõe uma mudança importante na maneira como encaramos a morte.

O título é provocador porque desloca a morte do lugar de acontecimento exclusivamente negativo e nos convida a reconhecer que o processo de morrer também é parte da experiência de viver.

A proposta não é romantizar a morte, minimizar o sofrimento ou sugerir que morrer seja uma experiência necessariamente bonita. É reconhecer que, mesmo quando a cura já não é possível, ainda existem possibilidades de cuidado, alívio da dor, acolhimento, autonomia, afeto e dignidade.

O livro aborda os cuidados paliativos, o luto, o sofrimento e as perdas que atravessam a existência humana. Não se restringe à morte física: também nos leva a pensar nas pequenas mortes simbólicas que experimentamos ao longo da vida, quando perdemos relações, projetos, lugares e versões de nós mesmos.

Em entrevista à Academia Nacional de Cuidados Paliativos, Ana Claudia explica que escreveu a obra para o público em geral, não apenas para profissionais de saúde ou pessoas que estão enfrentando a perda de alguém. Sua intenção era compartilhar a experiência de cuidar de pessoas no fim da vida e ampliar a possibilidade de conversar sobre a morte na sociedade.

Essa perspectiva dialoga diretamente com a frase de Brennan. Quando uma sociedade consegue falar sobre a morte, também pode conversar antecipadamente sobre os desejos de quem está morrendo, sobre os limites dos tratamentos, sobre o sofrimento, sobre o luto e sobre as condições necessárias para que uma pessoa seja respeitada até o fim.

É importante lembrar que cuidados paliativos não significam desistência do tratamento. Segundo a Organização Mundial da Saúde, constituem uma abordagem destinada a melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, prevenindo e aliviando sofrimentos físicos, psicológicos, sociais e espirituais.

Podem ser oferecidos precocemente, em conjunto com tratamentos destinados a prolongar a vida.

A contribuição de Ana Claudia é particularmente significativa porque transforma uma discussão abstrata sobre a morte em uma questão ética e concreta: como cuidar de alguém quando já não podemos oferecer a cura?

Talvez uma das maiores violências que possamos cometer contra uma pessoa em processo de morrer seja tratá-la como se sua existência tivesse perdido o valor porque a medicina já não consegue reverter sua condição.

A vida não deixa de merecer cuidado quando a possibilidade de cura termina.

E há uma dimensão social importante nessa discussão: o acesso aos cuidados paliativos ainda é profundamente desigual. A Organização Mundial da Saúde estima que aproximadamente 56,8 milhões de pessoas necessitam desses cuidados anualmente no mundo, mas apenas uma parcela recebe a assistência necessária.

Portanto, falar sobre uma morte digna também significa discutir políticas públicas, formação profissional, acesso à assistência e direito ao alívio do sofrimento.

A contribuição de Ana Claudia acrescenta à antropologia uma perspectiva clínica e humanística: não basta compreender culturalmente a morte. Precisamos também aprender a cuidar das pessoas que estão morrendo e de quem permanece ao lado delas.

O QUE DIZEM AS PESQUISAS SOBRE A ANSIEDADE DIANTE DA MORTE?

A afirmação de Brennan também pode ser confrontada com pesquisas empíricas da psicologia transcultural.

Um estudo publicado no The Journal of Social Psychology, em 1991, comparou os níveis de ansiedade diante da morte de participantes japoneses e australianos, utilizando a Death Anxiety Scale, instrumento desenvolvido por Donald Templer.

Os pesquisadores encontraram níveis significativamente mais elevados de ansiedade entre os participantes japoneses.

O resultado contraria interpretações simplificadoras segundo as quais determinadas concepções culturais orientais necessariamente funcionariam como proteção contra a ansiedade diante da morte.

Outro estudo, publicado na revista Death Studies, comparou participantes Han e tibetanos e investigou diferenças nas atitudes diante da morte, considerando também crenças religiosas e experiências culturais.

Essas pesquisas não autorizam generalizações sobre populações inteiras. São estudos realizados com amostras específicas, utilizando instrumentos e metodologias próprias.

Entretanto, oferecem uma conclusão relevante: a relação entre cultura e ansiedade diante da morte é complexa e não pode ser reduzida à quantidade de vezes que uma sociedade fala sobre o assunto.

Conversar sobre a morte pode favorecer a familiaridade com o tema, a preparação para o fim da vida e a elaboração de decisões importantes. Mas isso não significa que o medo desapareça.

A abertura cultural é uma dimensão possível da relação humana com a finitude, não uma garantia de tranquilidade psicológica.

A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA E A TENTATIVA DE AFASTAR A MORTE

Existe uma contradição na experiência contemporânea. Vivemos cercados por imagens de violência, guerras, acidentes, catástrofes e mortes transmitidas em tempo real. A morte está presente nos noticiários, nas redes sociais, nos filmes e nas estatísticas.

Entretanto, a exposição constante à representação da morte não significa necessariamente uma relação mais consciente com a finitude.

Podemos consumir imagens de corpos mortos e, ao mesmo tempo, evitar conversar sobre a morte de alguém próximo.

Podemos acompanhar diariamente notícias sobre guerras e sentir desconforto quando uma pessoa da família recebe um diagnóstico terminal.

Podemos conhecer estatísticas de mortalidade e não saber como conversar com uma criança sobre a morte de um avô.

Há uma diferença entre estar exposto à morte e reconhecer sua presença na condição humana.

Na sociedade contemporânea, especialmente nos contextos em que o morrer é progressivamente transferido para instituições hospitalares, a experiência da morte também passa a ser atravessada pela medicalização, pela tecnologia e pelas decisões sobre os limites dos tratamentos.

A medicina pode prolongar vidas, aliviar sofrimentos e oferecer possibilidades terapêuticas extraordinárias. O problema não está na medicalização em si, mas na possibilidade de transformar a morte em um acontecimento que precisa ser escondido, silenciado ou tratado como fracasso absoluto.

A morte não representa necessariamente o fracasso da medicina. Há situações em que o cuidado mais humano consiste em reconhecer os limites da intervenção curativa e garantir dignidade, conforto e autonomia à pessoa que está morrendo.

Falar sobre isso é também falar sobre o direito de morrer com dignidade e sobre a importância dos cuidados paliativos.

A DIMENSÃO FENOMENOLÓGICA: VIVER É EXISTIR DIANTE DA FINITUDE

Do ponto de vista fenomenológico e existencial, a morte apresenta uma questão que nenhuma cultura consegue eliminar: a consciência de que nossa existência é finita.

A filosofia de Martin Heidegger, especialmente em Ser e Tempo (1927), compreende a morte como uma possibilidade constitutiva da existência humana. Não se trata apenas de um acontecimento futuro, mas de uma condição que atravessa a maneira como existimos e atribuímos significado à vida.

A consciência da finitude pode modificar nossa relação com o tempo, com as escolhas, com os afetos e com aquilo que consideramos essencial.

Isso não significa que precisamos pensar continuamente na morte ou viver sob sua ameaça.

Significa reconhecer que a existência não é ilimitada e que a possibilidade de perder aquilo que amamos faz parte da experiência humana.

Nesse sentido, a questão não é simplesmente aprender a aceitar a morte, mas compreender como a consciência de nossa finitude participa da construção da vida que escolhemos viver.

Talvez seja justamente aí que a frase de Brennan encontre sua maior força filosófica.

Quando a morte deixa de ser um assunto absolutamente interditado, podemos criar condições para conversar sobre despedidas, desejos, cuidados, memórias, escolhas e perdas.

Não eliminamos o medo, mas podemos deixar de acrescentar ao sofrimento natural da finitude o isolamento produzido pelo silêncio.

A MORTE QUE PRECISAMOS DISCUTIR É TAMBÉM A MORTE QUE PODERÍAMOS EVITAR

Existe, entretanto, uma dimensão que não pode ficar de fora dessa reflexão.

Em sociedades profundamente desiguais, a morte não chega a todos pelas mesmas razões, nas mesmas circunstâncias ou com as mesmas possibilidades de cuidado.

Acesso à saúde, condições de trabalho, alimentação, saneamento, segurança, moradia e proteção social interferem diretamente nas condições de sobrevivência.

Por isso, uma discussão crítica sobre a morte precisa distinguir a finitude biológica das mortes socialmente evitáveis.

A naturalização da mortalidade infantil, da violência contra mulheres, das mortes decorrentes da violência estrutural e da ausência de assistência não representa maturidade cultural diante da finitude. Representa, muitas vezes, a naturalização de uma injustiça.

A antropologia crítica nos ensina que não basta investigar como as pessoas compreendem a morte. Precisamos também investigar quem morre, em quais circunstâncias, por quais razões e quais estruturas sociais poderiam ter impedido aquela morte.

A maneira como uma sociedade trata seus mortos revela sua cultura. Mas a maneira como permite que seus vivos morram também revela suas prioridades políticas.

NÃO É SOBRE PERDER O MEDO DA MORTE. É SOBRE NÃO PERMITIR QUE O MEDO IMPEÇA A VIDA

Talvez a frase de Temperance Brennan precise ser compreendida menos como uma lei antropológica e mais como um convite à investigação.

Não existem evidências suficientes para afirmar que toda sociedade que fala abertamente sobre a morte experimenta necessariamente menos ansiedade diante dela.

O que podemos afirmar é que as diferentes culturas constroem maneiras próprias de significar a finitude, que as práticas familiares e funerárias participam dessas experiências e que o silêncio social pode dificultar conversas necessárias sobre o morrer, o luto e os cuidados no fim da vida.

A morte é uma experiência que não podemos eliminar da condição humana. Podemos, entretanto, transformar a maneira como nos relacionamos com ela.

Talvez uma sociedade mais consciente da morte não seja aquela que deixou de temê-la, mas aquela que aprendeu a não esconder dos seus integrantes que a vida tem limites.

Uma sociedade capaz de conversar sobre a morte também pode conversar sobre o direito de viver com dignidade, sobre o sofrimento, sobre a memória, sobre o cuidado e sobre as desigualdades que determinam quem tem acesso à vida e quem é abandonado diante da possibilidade da morte.

A questão que permanece não é se devemos aprender a morrer sem medo. É se conseguimos aprender a viver sem negar que somos mortais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E FONTES DE PESQUISA

1. Antropologia da morte e desigualdade social

  1. ENGELKE, Matthew. “The Anthropology of Death Revisited”. Annual Review of Anthropology, v. 48, p. 29–44, 2019. Acessar referência.
  2. SCHEPER-HUGHES, Nancy. Death Without Weeping: The Violence of Everyday Life in Brazil. Berkeley: University of California Press, 1992. Acessar livro.

2. Antropologia feminina: cultura, finitude e sofrimento

  1. KAWANO, Satsuki. “A Sociocultural Analysis of Death Anxiety among Older Japanese Urbanites in a Citizens’ Movement”. OMEGA – Journal of Death and Dying, v. 62, n. 4, p. 369–386, 2011. Acessar artigo.
  2. DAS, Veena. “Violence, Gender, and Subjectivity”. Annual Review of Anthropology, v. 37, p. 283–299, 2008. Acessar artigo.
  3. DAS, Veena. Textures of the Ordinary: Doing Anthropology after Wittgenstein. New York: Fordham University Press, 2020. Acessar livro.

3. Medicina, cuidados paliativos e humanização da morte

  1. ARANTES, Ana Claudia Quintana. A morte é um dia que vale a pena viver. São Paulo: Editora Sextante, 2016. Fontes relacionadas:
  2. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). “Palliative Care”. Fact Sheet, 5 ago. 2020. Acessar fonte.

4. Psicologia transcultural e ansiedade diante da morte

  1. SCHUMAKER, J. F.; WARREN, W. G.; GROTH-MARNAT, G. “Death Anxiety in Japan and Australia”. The Journal of Social Psychology, v. 131, n. 4, p. 511–518, 1991. Acessar artigo.

5. Filosofia fenomenológica e existencialismo

  1. HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Obra originalmente publicada em 1927. Referência filosófica utilizada na discussão sobre a finitude e o ser-para-a-morte. Consultar referências bibliográficas no Google Acadêmico.

Pesquisa bibliográfica e documental para fins de divulgação científica, reflexão antropológica, filosófica e social.

 






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